Donos abastados têm renegado seus parentes em testamento e deixado suas gordas fortunas para animais de estimação.
Este é o caso da chihuahua Conchita, que pertencia à socialite norte-americana Gail Posner. A cadela frequenta spas, tem guarda-roupa completo para as quatro estações, uma equipe à disposição dia e noite para atendê-la e joias — como um colar cravejado de diamantes da Cartier, avaliado em US$ 15 mil.Mas o carinho não para por aí. Conchita herdou US$ 11,3 milhões após a morte de sua dona no último mês de março. Até os funcionários de sua mansão constavam no testamento, recebendo uma herança de US$ 26 milhões. No entanto, o próprio filho de Gail, o roteirista e cineasta Bret Carr, recebeu somente US$ 1 milhão da herança.
Esta não é a primeira vez que um animal de estimação se torna herdeiro legítimo de uma partilha. Em 2007, Leona Hemsley deixou um fundo de investimento no valor de US$ 12 milhões para Trouble, sua maltês, e excluiu os netos do testamento.
Personalidades do cinema e do showbiz norte-americanos também aderiram a esta febre. A atriz Drew Barrymore deixou seu imóvel, avaliado em US$ 3 milhões, para sua cadela vira-lata, Flossie. Já Oprah Winfrey reservou US$ 30 milhões de sua fortuna para garantir que seus vários cachorros continuem sendo bem tratados depois de sua morte.
Apesar dos valores assombrosos, provavelmente o cão mais rico do mundo seja o pastor alemão Gunther IV, herdeiro de uma fortuna de US$ 372 milhões, deixada pela condessa alemã Karlotta Liebenstein.
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