quarta-feira, 9 de março de 2011

Vida de cão: Milionários deixam heranças para cachorros

Donos abastados têm renegado seus parentes em testamento e deixado suas gordas fortunas para animais de estimação.


Adorar um animal de estimação pode chegar ao extremo com certos tipos de pessoas. Apegadas aos seus companheiros, muitos donos tratam seus animais como membros da família e, em certos casos, até melhor.

Este é o caso da chihuahua Conchita, que pertencia à socialite norte-americana Gail Posner. A cadela frequenta spas, tem guarda-roupa completo para as quatro estações, uma equipe à disposição dia e noite para atendê-la e joias — como um colar cravejado de diamantes da Cartier, avaliado em US$ 15 mil.
Mas o carinho não para por aí. Conchita herdou US$ 11,3 milhões após a morte de sua dona no último mês de março. Até os funcionários de sua mansão constavam no testamento, recebendo uma herança de US$ 26 milhões. No entanto, o próprio filho de Gail, o roteirista e cineasta Bret Carr, recebeu somente US$ 1 milhão da herança.

Esta não é a primeira vez que um animal de estimação se torna herdeiro legítimo de uma partilha. Em 2007, Leona Hemsley deixou um fundo de investimento no valor de US$ 12 milhões para Trouble, sua maltês, e excluiu os netos do testamento.

Personalidades do cinema e do showbiz norte-americanos também aderiram a esta febre. A atriz Drew Barrymore deixou seu imóvel, avaliado em US$ 3 milhões, para sua cadela vira-lata, Flossie. Já Oprah Winfrey reservou US$ 30 milhões de sua fortuna para garantir que seus vários cachorros continuem sendo bem tratados depois de sua morte.

Apesar dos valores assombrosos, provavelmente o cão mais rico do mundo seja o pastor alemão Gunther IV, herdeiro de uma fortuna de US$ 372 milhões, deixada pela condessa alemã Karlotta Liebenstein.

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